As maiores tendências no ambiente de trabalho para 2022

By 16 de dezembro de 2021Blog, Sem categoria

As maiores tendências no ambiente de trabalho para 2022.

É muito claro que durante a quarentena, muita coisa mudou em nossas vidas profissionais. Em 2022, a pandemia ainda será um fato na vida de várias pessoas, entretanto é justo dizer que aprendemos a nos adaptar a novos padrões de comportamento e expectativas à medida que fazemos nosso trabalho.
E o que pode acontecer em 2022 devido a isso?

Tudo indica que algumas empresas adotarão essas mudanças permanentemente pois viram que uma nova modalidade de trabalho, nem sempre é ruim.
Aqui estão alguns exemplos de alguns aspectos que provavelmente estarão presentes 2022:

– Trabalho Híbrido: Quando se trata de onde trabalhamos, continuará a haver três modelos principais: locais de trabalho centralizados, organizações remotas descentralizadas e a abordagem híbrida do “melhor dos dois mundos”. O que provavelmente mudará em 2022 é que é mais provável que nós, como trabalhadores, tenhamos a escolha de escolher o modelo que mais se encaixa nas nossas necessidades em vez de sermos forçados a nos alinhar com o modelo que sua organização tenha escolhido por necessidade.
As organizações estão claramente passando por uma mudança em seu relacionamento com a ideia de um local de trabalho centralizado. No auge da pandemia em 2020, 69% das grandes empresas esperavam uma redução geral na quantidade de espaço de escritório que ocupariam, de acordo com uma pesquisa da KPMG.
Um relatório recentemente encomendado pela plataforma de mensagens de vídeo Loom descobriu que 90% dos funcionários entrevistados – incluindo trabalhadores e gerentes – estão mais felizes com a maior liberdade que agora têm para trabalhar em casa, sugerindo que essa é provavelmente uma tendência que veio para ficar à medida que avançamos para 2022.

Inteligência Artificial: O Fórum Econômico Mundial prevê que a inteligência artificial e a automação levarão à criação de 97 milhões de novos empregos até 2025. No entanto, as pessoas que trabalham em muitos empregos existentes também verão suas funções mudando. Isso acontecerá pois cada vez mais se espera que essas organizações aumentem suas próprias habilidades com a tecnologia de IA.

Inicialmente, essa IA será usada principalmente para automatizar elementos repetitivos de suas funções do dia a dia e permitir que os trabalhadores se concentrem em áreas que requerem um toque mais humano – como a criatividade, a imaginação, a estratégia de alto nível ou a inteligência emocional, por exemplo. Alguns exemplos incluem advogados que usarão tecnologia que reduz o tempo gasto na revisão de históricos de casos a fim de encontrar precedentes e médicos que terão recursos de visão computacional para ajudá-los a analisar registros e exames que irão auxiliar a diagnosticar doenças em pacientes.

– Menos foco nas funções, mais foco nas habilidades: As habilidades são críticas porque abordam os principais desafios do negócio, agrupando as competências necessárias na força de trabalho para superar esses desafios. As funções, por outro lado, descrevem a maneira como os membros individuais de uma força de trabalho se relacionam com uma estrutura ou hierarquia organizacional geral. Certamente, vimos essa tendência se gestando há algum tempo, com a mudança em direção a estruturas organizacionais mais “planas” em oposição a equipes estritamente hierárquicas com subordinação direta e abordagem de cadeia de comando para comunicação e resolução de problemas. Ao focar nas habilidades, as empresas abordam o fato de que resolver problemas e responder às suas questões de negócios centrais é a chave para impulsionar a inovação e o sucesso nas empresas da era da informação.
Do ponto de vista do trabalhador, focar no desenvolvimento de suas habilidades, em vez de desenvolver ainda mais suas competências com o fim de desempenhar sua função, o deixa melhor posicionado para capitalizar novas oportunidades de carreira. Essa mudança de foco, deixando as funções em segundo plano e colocando as habilidades nos holofotes, provavelmente será uma tendência importante tanto para organizações, quanto para trabalhadores durante 2022.

– Monitoramento dos colaboradores: Por mais controverso que seja, a pesquisa mostra que os empregadores estão cada vez mais investindo em tecnologia projetada para monitorar e rastrear o comportamento de seus funcionários a fim de aumentar a eficiência. Plataformas como o Aware, que permitem às empresas monitorar o comportamento por e-mail e ferramentas como o Slack para medir a produtividade, estão sendo vistas como particularmente úteis por gerentes que supervisionam forças de trabalho remotas. Baseia-se na funcionalidade criada por produtos anteriores, como o Microscópio de Negócios da Hitachi, que rastreia os movimentos da equipe em torno dos prédios de escritórios físicos e pode ser usado para monitorar, entre outras coisas, a frequência de pausas para ir ao banheiro e quais trabalhadores passam a maior parte do tempo conversando para os outros em vez de sentar em sua estação de trabalho.

Portanto, no geral, as mudanças são positivas e a automação está vindo para auxiliar a obtermos resultados cada vez mais assertivos. E diferente do que muitos pensam, as tecnologias não estão vindo para substituir a mão de obra humana, e sim para somar a ela. Em contraponto, o monitoramento de colaboradores é algo que pode trazer um desconforto e causar desentendimento interno nas empresas.

E na sua opinião Marujo, o que você acha sobre essas mudanças?

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